Benchmarking.
Além dos valores médios de OEE dos gargalos, gostaria de saber mais alguns detalhes:
· Qual o ramo de atuação?
· Quais são os motivos de paradas que quando apontados reduzem o valor do OEE e quais não são considerados como "inerentes ao processo"?
· Quais são os maiores motivos de parada?
· É feita a reunião de OEE periodicamente? com que freqüência? quem participa?
Grato desde já!
03/09/2010 às 12:09:58Prezado Felipe
Os questionamentos que você faz, apesar de bastante perspicazes, provavelmente serão respondidos com desvios. Existe uma forte tendência em se "mascarar" uma alta Eficiência Operacional Global das plantas industriais nos Relatórios Gerenciais Mensais, evitando-se assim cobranças e pressões.
Em geral, se acusa que tudo o que é previamente previsto e implica em paradas planejadas, não entra no cálculo de OEE ou EOG. Tratam-se eventos já esperados.
No entanto, o ponto de partida para o cálculo da eficiência deve ser o tempo máximo que o equipamento ou planta industrial poderá trabalhar sem que qualquer parada ocorra.
Se considerarmos o cálculo do OEE ou EOG para 1 ano, teremos que partir do tempo de calendário medido em horas = 365 dias x 24 horas/dia = 8.760 horas.
A partir daí, começamos a abater as perdas de tempo decorrentes das paradas planejadas, das paradas para "set-up", das paradas impevistas, das perdas de produtividade por falhas de operação, alterações no processo, comprometimento da qualidade do produto, etc. Muitas dessas variáveis normalmente são omitidas com fins de se demonstrar índices de OEE ou EOG altos.
Existe um gráfico acompanhado de um conjuntos de equações simples,que já circulou na NET, que orientam facilmente a obtenção do OEE ou EOG. Desejando recebê-lo. por favor entrar em contato através dos e-mail abaixo.
Saliento apenas que a obtenção de um OEE ou EOG preciso, é função de informações confiáveis disponibilizadas pelas áreas de PCM e PCP.
Sds,
Prof.° Sandro Beltrão, MSc
COMEC / IF-AL
(82) 9968-3627
07/10/2010 às 01:10:15