Como elabora um plano de manutencao preventiva


31/08/2010 às 22:08:31
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Luciano,

 

Elaborar um plano de Manutenção Preventiva requer prévio conhecimento das características do ativo e da utilização do mesmo. Ou seja, por meio de manuais, históricos de reparos, tempo de utilização e demais variáveis, você poderá prever intervenções preventivas. Não é simples levantar dados, principalmente se o ativo é antigo, contudo, você pode recorrer aos colegas funcionários que eventualmente conhecem o ativo, para traçar periodicidades, itens que sofrerão intervenções, itens de reposição e etc.

É bom realizar manutenção preditiva, ou seja, realizar inspeções periódicas que possam evidenciar falhas iminentes ou visíveis em médio prazo. A preditiva auxilia no ajuste da preventiva, ajudando na correção de desvios e a evitar quebras inesperadas.

Faça todas as anotações e elabore um plano, como por exemplo:

 

Trocar óleo a cada 200 horas de funcionamento;

Inspecionar ruído e temperatura de rolamentos diariamente;

Apertar parafusos de fixação da transmissão quinzenalmente;

Trocar calços das peneiras vibratórias semestralmente;

Medir e, se necessário, corrigir nível de óleo semanalmente;

 

Faça o plano de tarefas utilizando cronologia para cada atividade, em papel, de forma organizada e com possibilidade de ajustes.  O plano deve ser prático e de fácil entendimento.


03/09/2010 às 09:09:45
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Olá Luciano,

 

Para elaborar um Plano de Manutenção Preventiva, inicialmente, é necessário catálogo do modelo e conhecimento do ativo. Basicamente, cria-se planos (ex.: a cada 50 horas - executar ...., verificar ....,  lubrificar....,  a cada150 horas ...., a cada 250 horas .... a cada 500 horas e assim por diante), depois junta-se cada plano (50/150/250...) formando um Grupo de Planos. Com esse grupo de planos faz-se uma sincronização. Assim você terá um PMP de 50 horas para o equipamento, um PMP de 150h, e ....

Estou dando exemplo de horas, mas pode ser utilizado outro sistema de medida.

Os fabricantes nos orientam muito. Vale a pena consultá-los,

Se quiser maiores detalhes, estou a disposição é só entrar em contato.

Abraços,

claudia.furiati@engetran.com.br

 

08/09/2010 às 21:09:18
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Prezado Luciano

 

Prioritariamente, a elaboração do Plano de Manutenção Preventiva se inicia com a catalogação, por nível de criticidade, dos equipamentos, instrumentos, dispositivos, esturutras e sistemas do ativo industrial. Para tal, existem duas metodologias que circulam livremente na NET: a do tipo matricial; e a do tipo algoritmo. Em geral, após a aplicação de uma destas, obtém-se o enquadramento dos itens do ativo industrial em uma das seguintes categorias:

- criticidade alta: plano de manutenção preditiva (baseada na condição);

- criticidade média: plano de manutenção preventiva (baseada no tempo);

- criticiade baixa: intervenção corretiva.

 

Essa triagem inicial já associa: “nível de criticidade obtido x modalidade de intervenção à qual cada item deverá ser submetido”.

 

Uma vez catalogados todos os itens do ativo industrial e definidos àqueles de criticidade média, obtem-se assim o universo de equipamentos, instrumentos, dispositivos, esturutras e sistemas que comporão o Plano de Manutenção do Ativo Industrial.

 

O segundo passo é levantar toda a documentação técnica destes itens e verificar os tipos de intevenções preventivas indicadas pelos seus fabricantes, assim como a preiodicidade recomendada para tal. No caso de inexistência da documentação técnica, seja localmente ou no fabricante, restará à manutenção rastrear o histórico de intervenções corretivas, catalogando as falhas ocorridas e a periodicidade de ocorrência. Complementarmente, extratifica(m)-se àquela(s) que se repete(m) e define-se uma periodicidade de substituição antecipada do(s) componente(s) que submetido(s) a(s) falha(s) crônica(s).

 

Essa é uma explicação muito básica e genérica de montagem de um procedimento de manutenção preventiva, até mesmo porque, após a definição inicial da periodicidade das intervenções, pode esta ser otimizada a partir da análise da causa das falhas ou de um monitoramento preditivo temporal.

 

Caso desejes maiores detalhes, fazendo favor, entrar em contato.

 

Prof.° Sandro Beltrão, MSc

COMEC / IF-AL

(82) 9968-3627

sandrobeltrao@uol.com.br

sandrobeltrao@gmail.com


 

20/02/2011 às 15:02:46
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