Dentre as vantagens da manutenção preventiva, entenda-se aqui sistemática, por decurso de tempo(calendario ou horímetro) estão:
Dentre as desvantagens podemos citar:
As ferramentas de manutenção Preditiva pode ser usada como um catalizador de um melhor aproveitamento das peças de reposição.
Como desvantagens da preditiva:
A definição do método de manutenção adotado deve ser feito após uma análise dos modos de falha. Você pode utilizar a FMECA e alinhar sua definição com os seguintes fatores:
1 - Conhecimento pleno do processo produtivo e suas características
2 - Flexibilidades operacionais
3 - Nível de automação da planta
4 - Ambiente geográfico, onde a planta esta inserida
5 - Conhecimento detalhado dos ativos
6 - Domínio dos modos de falha dos ativos
7 - Técnicas de manutenção variadas
8 - Histórico da manutenção de plantas similares, entre outros...
Portanto, a definição de quais métodos de manutenção que serão utilizados deve ser considerada todos esses fatores acima.
Com relação as vantagens ou desvantagens, a manutenção preventiva será mais vantajosa apenas quando não for possivel utilizar manutenção por condição, preditiva, sensitiva ou detectiva.
30/09/2010 às 21:09:07Prezado Adilson
Uma vez que os colegas já responderam objetivamente ao seu questionamento, vou tentar complementar as respostas, sob uma outra ótica: onde aplicar a manutenção preventiva e onde aplicar a manutenção preditiva.
Indiscutivelmente, estes dois tipos de intervenção encontram-se consolidados há mais de 40 anos e são de corriqueira aplicação nos ativos industriais. A diferença básica entre os mesmos está no seguinte:
- MANUTENÇÃO PREVENTIVA - Intervenção baseada no tempo, tempo este determinado pelo fabicante nos manuais ou pela análise de falhas a partir do histórico de intervenções do equipamento. É destinada a equipamentos de média criticidade.
- MANUTENÇÃO PREDITIVA - Intervenção baseada na condição funcional do equipamento, a qual é verificada de várias maneiras, seja a partir de uma inspeção sensitiva (visual, auditiva, olfativa, etc), de uma inspeção instrumentada (análise de vibrações, ultrasom, etc), ou de uma análise laboratorial (análise de lubrificantes). Em geral, seja periódica ou continuadamente, esta intervenção é destinada a equipamentos de alta criticidade, que, ao falharem, impactam diretamente na produção, na produtividade, na qualidade, no meio-ambiente e/ou na segurança do indivíduo, etc.
Em sendo assim, a catalogação do itens do ativo industrial com os "status":
- não crítico, destinados às intervenções corretivas,
- de média criticidade, destinados aos planos de manutenção preventiva;
- e de alta criticidade, destinados aos planos de manutenção preditiva;
traduz-se como uma necessidade premente no processo organizacional da manutenção, para que se possa obter as vantagens já colocadas.
Para tal, existem duas metodologias que circulam a bastante tempo na NET:
a) a matricial, baseada no conceito de construção da APR (Análise Preliminar de Riscos);
b) e a tipo algoritmo, utilizada por grandes empreendimentos industrial aqui no Brasil.
Tenho as duas montadas em uma única aula. Se tiveres interesse, por favor, entrar em contato através de um dos e-mails abaixo.
Sds,
Prof.° Sandro Beltrão, MSc
COMEC / IF-AL
(82) 9968-3627
02/10/2010 às 11:10:24