Como medir o tempo de atividades de manutenção?

Gostaria de conhecer metodologias para a medição de tempo de atividades, preventiva e corretiva, de manutenção.

Por exemplo: devemos considerar tempos de preparação e despreparação, requisição de materiais, desvios na execução.

Quantas amostras de cada atividade devemos medir?

28/12/2011 às 10:12:24
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Prezado Diego

 

Com a finalidade de otimização dos processos de execução de serviços, duas metodologias foram desenvolvidas em meados século passado

- CPM (Critical Path Method): Mètodo do Caminho Crítico;

- PERT (Program Evaluation and Review Tecnique): Técnica de Análise e Avaliação do Programa.

Ambas fundem-se e conduzem ao criterioso detalhamento do serviço a ser desenvolvido em tarefas, na ordenação sequencial de execução destas, no lançamento do tempo e dos recursos humanos, materiais, especiais, de contratação e de apoio, requerido à execução de cada uma delas.

 

Em geral, este trabalho é conduzido pela área de PCM (Planejamento e Controle da Manutenção), que, para tal, deve ser constituída de técnicas experientes na execução dos serviços que vão planejar, assessorados pelas áreas executantes (Mecânica, Caldeiraria, Elétrica, Instrumentação, etc).

 

Em geral, a implantação da área de PCM, assim como das metodologias correlatas, é assessorada por consultoria técnica competente. E ... depende muito da vontade política dos gestores do empreendimento, que em geral são imediatistas nos resultados.

 

Você também pode dar uma estada no tema ETM (Estudo de Tempos e Movimentos), começando pela leitura do livro: Princípios da Administração Científica, Frederick Taylor.

 

Abraço.

Prof.° Sandro Beltrão, MSc

COMEC / IF-AL

(82) 9962-0277

sandrobeltrao@uol.com.br

sandrobeltrao@gmail.com

29/01/2012 às 23:01:52
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Boa noite Amigo!

 

Existe uma formulinha com grande aceitação:

 

t = (o + 4.m + p) / 6 onde,

t - tempo previsto;

o - tempo mais otimista (supondo que tudo irá dar certo);

m - tempo mais provável (buscar em relatórios de alinhamento anteriores);

p - tempo mais pessimista (supondo que tudo irá dar errado);

 

Ex.: Alinhamento de uma conjunto moto bomba

Tempo mais otimista: 1 horas

Tempo mais provável: 2 horas

Tempo mais pessimista: 3  horas

 

Jogando na fórmula teremos:

t = (1 + 4.2 + 3) / 6;

t = 12 / 6;

t = 2 horas de tempo previsto

 

Pode ainda incrementar um pouco mais e criar um indicador de aderência ou de acertividade deste método de previsão:

 

Ia = [ ( t - d) / t ].100% onde,

d = | Tr-t |;

d - diferença entre previsto e real (em módulo, sem considerar se foi pra mais ou para menos)

Ia - Indicador de acertividade;

Tr - Tempo real da atividade;

t = tempo previsto;

 

Ou seja, enquanto seu Ia for 100%, suas previsões estarão boas!

 

Exemplo: Se você previu 2 h e gastou 1:45 h (convertendo para decimaias temos 1,75 h), sua conta fica:

d = 0,25 e se você tivesse gastado 2:15 (convertendo para decimais 2,25) o d continuaria 0,25 por isso utilizei em módulo. Seguindo:

 

d = 0,25;

Ia = [ (2 - 0,25) / 2].100%;

Ia = [1,75 / 2].100%;

Ia = 0,875.100%;

Ia = 87,5 % (Seu nível de acerto)

 

Note que se eu gastasse 15 min a mais ou 15 min a menos, meu índice de acertividade continuaria o mesmo 87,5 %. Lembrando que errar para menos também não é bom para o planejamento (gordurinhas demais)

 

Abraços!

 

Cláudio Delbone

claudio.delbone@hotmail.com

 

 

 

 

 

 

 

 

19/04/2012 às 23:04:53
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